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Araujo, Ana Cristina Pinheiro Fernandes de

0000-0001-9802-6492

Mayo Clinic

Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Maternidade Januário Cicco. Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Natal, RN, Brasil.

Citations 2

Gravidez não planejada no Brasil: estudo nacional em oito hospitais universitários
Nilson, Tainá Vieira , Amato, Angélica Amorim , Resende, Ceres Nunes , Primo, Walquíria Quida Salles Pereira , Nomura, Roseli Mieko Yamamoto , Costa, Maria Laura , Opperman, Maria Lúcia, Brock, M. , Trapani, Alberto , Damásio, Lia Cruz Vaz da Costa , Reis, Nadia , Borges, Vera Therezinha Medeiros , Araújo, Ana Cristina Pinheiro Fernandes de , Opperman, Maria Lucia , Brock, Marianna Facchinetti , Trapani, Alberto , Borges, Vera , Araujo, Ana Cristina Pinheiro Fernandes de , Ruano, Rodrigo , Zaconeta, Alberto , Nomura, Roseli , Damasio, Lia , Nilson, Taína Vieira , Ruano, Rodrigo

Revista de Saúde Pública | August 2, 2023 | Volume: 57 | Issue: 1 | Pages: 35

10.11606/s1518-8787.2023057004449 Get It

OBJETIVO: Estimar a prevalência de gestação não planejada (GNP) em oito hospitais públicos universitários, distribuídos nas cinco regiões que compõem o Brasil. MÉTODOS: Análise secundária de um estudo transversal multicêntrico nacional, realizado em oito hospitais universitários públicos, entre 1º de junho e 31 de agosto de 2020, no Brasil. Amostra por conveniência incluindo mulheres que deram à luz em período de sessenta dias consecutivos e atenderam aos seguintes critérios: maiores de 18 anos; idade gestacional acima de 36 semanas no parto; com recém-nascido único e vivo, sem malformações. RESULTADOS: Amostra composta por 1.120 puérperas, das quais 756 (67,5%) declararam que a gravidez não tinha sido programada. A mediana da prevalência de GNP foi de 59,7%. Observou-se diferença significativa na prevalência de GNP entre os hospitais: Campinas (54,8%), Porto Alegre (58,2%), Florianópolis (59%), Teresina (61,2%), Brasília (64,3%), São Paulo (64,6%), Campo Grande (73,9%) e Manaus (95,3%) (p < 0,001). Foram fatores significativamente associados a GNP a idade materna, cor negra, menor renda familiar, maior número de filhos, maior número de pessoas convivendo em casa e não ter parceiro. CONCLUSÃO: na amostra estudada, cerca de dois terços das gestações foram declaradas como não programadas. A prevalência de gestação não planejada teve relação com fatores sociais e demográficos e variou significativamente entre os hospitais universitários avaliados.
Increased Risk for Maternal Anxiety during the COVID-19 Outbreak in Brazil among Pregnant Women without Comorbidities
Nomura, Roseli Mieko Yamamoto , Ubinha, Ana Carla Franco , Tavares, Isabela de Paula , Costa, Maria Laura , Opperman, Maria Lucia da Rocha, Brock, M. , Trapani, Alberto , Damásio, Lia Cruz Vaz da Costa , Reis, Nadia Stella Viegas , Borges, Vera Therezinha Medeiros , Araújo, Ana Cristina Pinheiro Fernandes de , Opperman, Maria Lucia , Brock, Marianna Facchinetti , Zaconeta, Alberto , Araujo, Ana Cristina Pinheiro Fernandes de , Ruano, Rodrigo , Nomura, Roseli , Trapani, Alberto , Damasio, Lia , Borges, Vera , Opperman, Maria Lúcia, Ruano, Rodrigo

Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia / RBGO Gynecology and Obstetrics | December 21, 2021 | Volume: 43 | Issue: 12 | Pages: 932-939

10.1055/s-0041-1740234 Get It

Abstract Objective To study maternal anxiety in pregnant women without comorbidities in the context of the COVID-19 outbreak in Brazil and to study maternal knowledge and concerns about the pandemic. Methods This is a secondary analysis from a national multicenter cross-sectional study performed in 10 cities, from June to August, 2020, in Brazil. Interviewed postpartum women, without medical or obstetrical comorbidities, were included in the present subanalysis. A structured questionnaire and the Beck Anxiety Inventory (BAI) were applied. Results Out of the 1,662 women, 763 (45.9%) met the criteria for the current analysis and 16.1% presented with moderate and 11.5% with severe maternal anxiety. Moderate or severe maternal anxiety was associated with high school education (odds ratio [OR]:1.58; 95% confidence interval [CI]:1.04–2.40). The protective factor was cohabiting with a partner (OR: 0.46; 95%CI: 0.29–0.73). There was a positive correlation between the total BAI score and receiving information about care in the pandemic (rpartial 0.15; p < 0.001); concern about vertical transmission of COVID-19 (rpartial 0.10; p = 0.01); receiving information about breastfeeding (rpartial 0.08; p = 0.03); concerns about prenatal care (rpartial 0.10; p = 0.01), and concerns about the baby contracting COVID-19 (rpartial 0.11; p = 0.004). The correlation was negative in the following aspects: self-confidence in protecting from COVID-19 (rpartial 0.08; p = 0.04), having learned (rpartial 0.09; p = 0.01) and self-confidence in breastfeeding (rpartial 0.22; p < 0.001) in the context of the pandemic. Conclusion The anxiety of pregnant women without medical or obstetrical comorbidities was associated to high school educational level and not living with a partner during the COVID-19 pandemic. Self-confidence in protecting against COVID-19 and knowledge about breastfeeding care during the pandemic reduced maternal anxiety.